Líderes latino-americanos cumprimentam Lula e celebram a democracia
Lula virou a eleição, garantiu o quarto mandato e ainda ganhou destaque nos principais jornais do planeta. Depois de perder o primeiro turno, o presidente mostrou que eleição não se ganha com salto alto nem com sobrenome famoso. O The New York Times destacou a derrota do bolsonarismo, enquanto The Guardian e El País ressaltaram a virada histórica.
A imprensa internacional tratou o resultado como um recado político à extrema direita e um revés para a influência de Donald Trump na região. Na América Latina, presidentes do México, Uruguai, Bolívia, Panamá e Paraguai parabenizaram Lula pela vitória.
Teve saudação à democracia, promessa de cooperação e discurso de fraternidade entre vizinhos pelo menos nas redes sociais, onde a diplomacia costuma render curtidas.
A eleição deixou uma lição indigesta para quem já cantava vitória: contar com o sobrenome Bolsonaro não garantiu a cadeira presidencial.
Aos adversários, resta digerir o resultado; a Lula, provar que a vitória histórica também pode entregar resultados históricos para o povo brasileiro.
