Proibição do arrasto protege reprodução e estoques pesqueiros
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) mantém a fiscalização da pesca de camarão durante o defeso, por meio da Operação Decapoda, em Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A proibição do uso de redes de arrasto de fundo visa proteger a reprodução das espécies e assegurar a sustentabilidade dos estoques pesqueiros. Desde o início da operação, mais de 3 toneladas de camarão pescado ilegalmente foram apreendidas e destinadas a instituições sem fins lucrativos quando adequadas ao consumo.
O Ibama alerta que interpretações equivocadas da legislação têm gerado infrações, que podem configurar crime ambiental. A captura de lula também deve seguir métodos autorizados de menor impacto, não permitindo arrasto de fundo durante o defeso. A operação busca coibir práticas ilegais e garantir condições justas para pescadores que atuam dentro da lei, reforçando a importância da reposição dos estoques e da continuidade sustentável da pesca.
