A derrota pode servir de combustível para uma “faxina” no tribunal.

O Senado falou. E falou alto.
Pela primeira vez em 132 anos, uma indicação ao STF é rejeitada. Um fato histórico que rompe décadas de silêncio e escancara o desgaste de um sistema que se distanciou da população. Não se trata de forma alguma de ataque pessoal. Trata-se de limite institucional.

Reconheço a qualificação do indicado, mas a decisão do Senado é legítima, soberana e carrega um recado claro: o Brasil não aceita mais indicações que não representem confiança plena da sociedade.

Desde a redemocratização, em 1988, isso nunca havia acontecido. Hoje, aconteceu. E quando a história muda, é porque algo muito maior está em movimento.

Que esse episódio não seja apenas uma derrota pontual. Que seja o início de uma correção de rumo. O Supremo precisa voltar a ser guardião da Constituição, não protagonista político.

O Brasil exige equilíbrio. Exige respeito. Exige Justiça de verdade. E quando as instituições são cobradas, a democracia respira.

CATEGORIAS:

Últimas Notícias

Mais notícias

Zé Teixeira cobra agilidade em obras de rodovias e pontes de MS

Investimentos em estradas avançam e impulsionam desenvolvimento O deputado estadual Zé Teixeira intensificou a cobrança ao Governo de Mato Grosso do Sul para acelerar obras...

Vigilância apreende medicamentos irregulares e vapes em transportadora da capital

Ação foi desencadeada após identificação de encomendas suspeitas pela Sefaz; mais de 2,3 mil medicamentos e 129 dispositivos eletrônicos para fumar foram retirados de...

Preços dos ovos voltam a cair com enfraquecimento da demanda no fim do mês

Produtores ajustam oferta para evitar novas quedas nos preços Após um período de estabilidade na primeira quinzena de junho, os preços dos ovos voltaram a...

UEMS abre inscrições para novo curso superior de Licenciatura em Computação

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) está com processo seletivo aberto para o seu mais novo curso de graduação: Licenciatura em Computação....