A derrota pode servir de combustível para uma “faxina” no tribunal.

O Senado falou. E falou alto.
Pela primeira vez em 132 anos, uma indicação ao STF é rejeitada. Um fato histórico que rompe décadas de silêncio e escancara o desgaste de um sistema que se distanciou da população. Não se trata de forma alguma de ataque pessoal. Trata-se de limite institucional.

Reconheço a qualificação do indicado, mas a decisão do Senado é legítima, soberana e carrega um recado claro: o Brasil não aceita mais indicações que não representem confiança plena da sociedade.

Desde a redemocratização, em 1988, isso nunca havia acontecido. Hoje, aconteceu. E quando a história muda, é porque algo muito maior está em movimento.

Que esse episódio não seja apenas uma derrota pontual. Que seja o início de uma correção de rumo. O Supremo precisa voltar a ser guardião da Constituição, não protagonista político.

O Brasil exige equilíbrio. Exige respeito. Exige Justiça de verdade. E quando as instituições são cobradas, a democracia respira.

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