Quatro anos depois, acusado de crime no Rio Miranda vai a júri popular

O servidor público Nivaldo Thiago Filho de Souza será julgado por homicídio e tentativa de homicídio, após quatro anos do acidente que resultou na morte de Carlos Américo Duarte e feriu outras duas pessoas, no Rio Miranda, em Aquidauana. O caso, ocorrido no feriado de 1º de maio de 2021, envolveu uma colisão entre a lancha Mamba Negra, pilotada por Nivaldo, e o barco Beira Rio II, do pescador.

Segundo a denúncia do MPMS, Nivaldo estava alcoolizado, sem habilitação e dirigia em alta velocidade quando ocorreu o acidente. Após o impacto, ele fugiu do local sem prestar socorro às vítimas.

Carlos Américo faleceu no local devido a fraturas graves, enquanto Caê Duarte e Rosivaldo Barboza de Lima sobreviveram com ferimentos. O julgamento, agendado para o dia 23 de abril no Tribunal do Júri de Aquidauana, ocorrerá após um longo processo judicial iniciado em 2023, quando a juíza considerou suficientes as provas contra o réu.

Nivaldo, na época do acidente, era assessor especial da Casa Civil de Mato Grosso do Sul, cargo que manteve após o ocorrido, e foi promovido em 2023, com aumento salarial, mesmo com a acusação de homicídio em andamento.

CATEGORIAS:

Últimas Notícias

Mais notícias

Academia Sul-Mato-Grossense de Letras elege novo presidente: Pedro Chaves

A ASL ‒ Academia Sul-Mato-Grossense de Letras elegeu ontem (02/10) para presidência no triênio 2026-2029, o educador, ex-senador, palestrante e escritor Pedro Chaves dos...

Paciente denuncia demora em cirurgia e mau atendimento na Santa Casa

Paciente de 41 anos denuncia demora em cirurgia e suposto mau atendimento durante internação na Santa Casa de Campo Grande. Gillian sofreu um acidente...

Com 3ª menor taxa de desocupação do país, Campo Grande impulsiona serviços e construção

Campo Grande encerrou o segundo trimestre de 2026 com redução no número de pessoas desocupadas e avanço na geração de empregos formais. Em um...

Píton faz um “rodízio de gambá” e acaba capturada em galpão

Serpente estava escondida embaixo do piso de um galpão Píton-birmanesa de aproximadamente 2,5 metros faz gambá de almoço e acaba descoberta debaixo do assoalho...