Justiça condena Jamilzinho, guardas e advogados a 34 anos de prisão

TJ condena Jamilzinho, guardas e advogado a 34 anos por limpa em apartamento e coagir mulher. Decisão que deu uma reviravolta no caso porque os nove réus foram absolvidos em sentença pelo juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande. O magistrado em abril de 2022 concluiu que faltavam provas de que houve coação de testemunha e obstrução da investigação com a retirada de documentos e armas do apartamento de Jamilzinho.

Por unanimidade os desembargadores José Ale Ahmad Netto e Jonas Hass Silva Júnior, condenou Jamil Name Filho a 7 anos e 6 meses de prisão em regime fechado. Os guardas municipais Rafael Antunes Vieira a 6 anos e 6 meses; Robert Vitor Kopetski 3 anos e 6 meses; Alcinei Arantes da Silva 3 anos e Rafael Carmo Peixoto Ribeiro 3 anos e 6 meses; o advogado Alexandre Gonçalves Franzoloso 3 anos e 6 meses, o policial civil Vladenilson Daniel Olmedo 4 anos e Elton Pedro de Almeida 3 anos.

Os Guardas Municipais foram condenados também a perda do emprego público na GCM.

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