Brasil quer mostrar serviço
A COP17 começou na Armênia com uma missão urgente: proteger a natureza antes que a destruição avance ainda mais. O problema é que os países adoram assinar compromissos, mas cumprir o combinado já é outra história. O Marco Global da Biodiversidade prevê 23 metas até 2030, mas a implementação continua atrasada.
Segundo a ONU, no ritmo atual, apenas 26% dos ecossistemas terrestres e 12% dos marinhos estarão protegidos até lá. Ou seja, a reunião é importante, mas a natureza não come promessa nem sobrevive de discurso bonito.
Brasil quer mostrar serviço
O Brasil pretende defender corredores ecológicos para conectar florestas, rios e áreas marinhas. A proposta faz sentido: de pouco adianta proteger um pedaço da natureza enquanto o restante fica ameaçado. Agora falta transformar discurso em dinheiro, fiscalização e ação concreta.
Porque, se depender apenas de reuniões internacionais, até 2030 teremos muitas fotos oficiais e menos biodiversidade para fotografar.
