Doença pode reduzir oferta de limão no Brasil

Variedade Tahiti representa 97% da produção nacional e está entre as mais expostas à doença

Diagnóstico precoce e controle do psilídeo são apontados como principais medidas de prevenção

O Brasil está entre os maiores produtores de limão do mundo, mas o avanço do greening ameaça os pomares nacionais. A doença não tem cura e pode reduzir a produtividade e provocar a eliminação de plantas infectadas. A variedade Tahiti responde por 97% da produção brasileira e está entre as mais vulneráveis. Transmitido pelo psilídeo, o greening provoca o amarelecimento das folhas e compromete o desenvolvimento dos frutos.

Em plantas jovens, a doença pode causar a morte em até dois anos. Nas árvores adultas, o processo pode levar de três a cinco anos, aumentando os prejuízos e pressionando a oferta da fruta e de seus derivados. Especialistas recomendam monitoramento constante, uso de mudas sadias e certificadas e manejo integrado do psilídeo.

O diagnóstico precoce e o controle do inseto são considerados essenciais para reduzir a disseminação da doença.

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