A senadora Tereza Cristina criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que impediu a continuidade da CPMI do INSS, responsável por investigar fraudes em empréstimos consignados de aposentados e pensionistas.
Segundo a parlamentar, a comissão não teve tempo suficiente para concluir as apurações e enfrentou obstáculos durante os trabalhos. “Requerimentos importantes foram barrados, convocações e sigilos essenciais não foram aprovados pelos governistas. A conclusão é que havia muito a esconder”, afirmou.
Apesar do encerramento, Tereza destacou que a CPMI realizou 51 reuniões, resultando em prisões, quebras de sigilo e no bloqueio de quase R$ 3 bilhões. Para ela, os trabalhos já evidenciaram falhas graves no sistema e a necessidade de mudanças na legislação.
A senadora defendeu a criação de regras mais rígidas para evitar novos casos e garantiu que seguirá cobrando transparência e combate à corrupção.
