Além do monitoramento eletrônico, vítima terá botão do pânico e proteção contra aproximação
A Justiça determinou que o servidor comissionado da Prefeitura de Campo Grande, Jaldo Braz de Albuquerque Junior, use tornozeleira eletrônica por 90 dias. A decisão é da 3ª Vara da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O funcionário da Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais também está proibido de se aproximar a menos de 300 metros da vítima, da residência dela e de outros locais informados à Justiça.
A medida foi adotada após pedido do Ministério Público para ampliar as medidas protetivas. Segundo os autos, novos fatos foram relatados pela vítima durante uma visita do Promuse. Ela afirmou que Jaldo estaria enviando mensagens de forma insistente a pessoas conhecidas e relatou temor de que ele pudesse praticar violência contra ela ou os filhos.
Além da tornozeleira, a Justiça determinou a disponibilização de um botão do pânico à vítima pelo mesmo período. O servidor deverá comparecer à Unidade Mista de Monitoramento Virtual Estadual para instalação do equipamento; caso não cumpra a determinação, poderá ser conduzido pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher.
