Corredor entre Atlântico e Pacífico pode reduzir custos logísticos e abrir novas oportunidades econômicas para Mato Grosso do Sul
Reinaldo Azambuja afirmou que o principal desafio da Rota Bioceânica será transformar a ligação entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile em um corredor de desenvolvimento econômico. Durante congresso em Campo Grande, ele destacou que a conclusão da ponte internacional em Porto Murtinho será apenas uma etapa do projeto.
A estrutura, que já ultrapassa 90% de execução, deve ser entregue em 2026, mas ainda dependerá da conclusão dos acessos no lado brasileiro. Segundo Reinaldo, a rota poderá reduzir o tempo de transporte para a Ásia e diminuir custos logísticos, fortalecendo a economia de Mato Grosso do Sul.
O candidato ao Senado ressaltou que a integração entre os países será essencial para evitar entraves burocráticos, especialmente nas aduanas. Para ele, tecnologia, segurança jurídica e cooperação internacional serão fatores decisivos para o sucesso do corredor.
A Rota Bioceânica deve beneficiar municípios como Porto Murtinho, Campo Grande, Dourados, Maracaju, Jardim e Bonito, ampliando oportunidades para indústria, agronegócio, turismo e serviços. Reinaldo defendeu que o projeto seja consolidado como uma das principais vias de desenvolvimento da América do Sul.
