Parlamentar sustenta que fala foi amparada pela liberdade de expressão
Em oitiva realizada na terça-feira (25) no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) apresentou defesa contra representação que apura discurso feito em Campo Grande em ato pela anistia aos presos de 8 de janeiro, classificando o processo como perseguição política e medida desproporcional. O parlamentar afirmou que sua manifestação está amparada pela liberdade de expressão e pelo exercício do mandato, negando ter cometido ofensas pessoais. Segundo ele, as declarações ocorreram em meio à indignação popular e tiveram como foco críticas a supostas injustiças. Pollon também citou o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) ao questionar critérios adotados em outros casos disciplinares.
Durante a fala, mencionou ainda o ex-presidente Jair Bolsonaro, defendendo que há tratamento desigual contra parlamentares alinhados ao ex-chefe do Executivo. O deputado negou ter comprometido o funcionamento institucional da Casa e reiterou que manterá sua atuação em defesa da anistia e da liberdade de expressão.
