Almoço de Páscoa gera questionamentos sobre legalidade da carne de paca
O almoço de Páscoa do presidente Lula (PT) e da primeira-dama Janja virou alvo de críticas após a divulgação de carne de paca nas redes sociais. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), protocolou requerimento de informação ao Ministério do Meio Ambiente para apurar a procedência do animal, já que a caça de pacas é proibida pelo Ibama e o consumo só é permitido com origem comprovada.
Segundo o deputado, a iniciativa busca garantir a aplicação uniforme da legislação ambiental, sem caráter acusatório prévio. Janja se manifestou afirmando que a carne foi presente de um produtor legalizado, reforçando que a comercialização é permitida quando proveniente de criadouros autorizados: “Ei, pessoal! A carne foi presente de um produtor legalizado. Hoje mesmo vimos no Globo Rural uma reportagem sobre a criação de pacas. Desde que proveniente de criadouros autorizados pelo Ibama, a carne de paca pode ser comercializada em nosso país”, escreveu Janja.
A repercussão dividiu opiniões nas redes sociais, misturando debates sobre legalidade e costumes alimentares. Especialistas lembram que o caso evidencia a atenção da oposição a pequenos episódios com potencial político.
