Cerco político e perseguição: Coronel David expõe armadilha contra Eduardo Bolsonaro e critica abuso de poder no Brasil 

O deputado estadual Coronel David (PL) traçou um paralelo entre a política brasileira atual e um jogo de xadrez desbalanceado, onde apenas um lado pode mover as peças enquanto o outro permanece imobilizado. A metáfora do parlamentar ilustra a crescente concentração de poder no país, marcada por decisões unilaterais que restringem direitos fundamentais, como a liberdade de expressão, a participação política e até mesmo a locomoção de opositores.

O foco do pronunciamento foi a decisão do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de se licenciar do mandato parlamentar e morar nos Estados Unidos, interpretada por setores da esquerda como uma “fuga”.

Coronel David contestou essa narrativa, lembrando que Eduardo sempre esteve na linha de frente contra a censura, enfrentando ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e articulando políticas internacionais contra regimes autoritários. “Agora querem que acreditemos que ele simplesmente fugiu? Ou será que ele apenas enxergou a armadilha antes que fosse tarde demais?”, questionou.

O deputado destacou a movimentação da esquerda para reter o passaporte de Eduardo e o papel da Procuradoria-Geral da República, que permaneceu em silêncio até o anúncio de sua pretensão em ficar nos EUA e pedir licença temporária de seu mandato, ignorando prazos e reforçando suspeitas de um cerco político. “O próprio assessor de Alexandre de Moraes deixou claro que o objetivo era pegá-lo a qualquer custo”, afirmou David.

Eduardo Bolsonaro assumiria a Comissão de Relações Exteriores na Câmara dos Deputados, posição estratégica diante do atual cenário político. No entanto, segundo Coronel David, sua atuação seria inviabilizada no Brasil por perseguições jurídicas e políticas. Nos Estados Unidos, ele mantém aliados e, sobretudo, liberdade para denunciar ao mundo o que considera um cenário de abuso de poder no Brasil.

“O sistema achou que tinha vencido”, declarou o deputado, reforçando que a saída de Eduardo não significa rendição, mas um novo campo de batalha. “Às vezes, um homem livre fora do cárcere vale mais do que mil prisioneiros dentro dele.”

Coronel David manifestou ainda, solidariedade a Eduardo Bolsonaro e reafirmou a crença de que, no futuro, a justiça será restabelecida. “Seu retorno ao Brasil será celebrado como um símbolo de resistência e coragem”, concluiu.

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