CPI do Tapa-Buraco e plano emergencial tentam dar resposta a uma cidade onde desviar de crateras virou rotina.
Campo Grande está parecendo uma pista de obstáculos, com direito a crateras espalhadas pelos bairros. Em outubro, mais de 76% das indicações do vereador Papy foram destinadas à recuperação das vias. Pelo visto, o asfalto virou uma das maiores urgências da Capital. Foram 62 indicações para tapa-buracos e outras 19 para patrolamento e cascalhamento. A cobrança alcança diferentes regiões da cidade, onde motoristas precisam desenvolver habilidade de piloto para escapar dos buracos.
CPI entra na pista e cobra explicações
O problema ganhou proporções tão grandes que os vereadores abriram a CPI do Tapa-Buraco e convocaram o secretário da Sisep para explicar serviços, prazos e fiscalização. Afinal, anunciar equipes trabalhando é uma coisa; encontrar ruas em boas condições é outra bem diferente. Um plano emergencial promete respostas em 72 horas, mapa dos pontos críticos em sete dias e prestação de contas semanal.
Agora, a população espera menos papel, menos promessa e mais asfalto. Porque buraco em Campo Grande já tem de sobra!
