Professora denuncia perseguição e obtém medida protetiva na Justiça
Uma professora de 40 anos denunciou ter sido vítima de assédio sexual e perseguição dentro de uma escola municipal de tempo integral em Campo Grande, supostamente praticados pelo diretor da unidade. O caso foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) no dia 17 de junho. Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito fazia comentários de teor sexual e constrangedor durante interações profissionais.
Entre as falas atribuídas ao diretor estão insinuações sobre a aparência da vítima e sugestões de cunho sexual. A professora também relatou que o homem passou a insistir em abordagens pessoais e inadequadas no ambiente de trabalho. Em outro momento, ele teria insinuado que a origem de um valor em dinheiro da vítima estaria relacionada a atividade sexual.
Após as negativas e denúncias de comportamento, o suspeito teria iniciado ações de perseguição profissional dentro da escola. Ele também passou a registrar ocorrências e atas envolvendo a professora, segundo o relato. Diante da denúncia, a Justiça concedeu medida protetiva de urgência em favor da vítima. O caso segue em investigação pelas autoridades competentes.
