Malária, dengue, chikungunya e febre amarela estão entre os principais problemas associados aos mosquitos
Se tamanho fosse documento, o mosquito passaria longe de ser perigoso. Mas, quando o assunto é morte humana provocada por animais, o pequeno inseto deixa tubarão, leão e outros predadores comendo poeira. O perigo está menos na picada e mais nas doenças que ele pode transmitir.
Mosquitos atuam como vetores de diversos agentes infecciosos, dependendo da espécie e da região. Entre as doenças estão malária, dengue, chikungunya e febre amarela. A transmissão ocorre quando o inseto entra em contato com um agente infeccioso e posteriormente pica outra pessoa.
A malária é responsável por centenas de milhares de mortes todos os anos, principalmente em regiões vulneráveis. Já o Aedes aegypti ganhou fama no Brasil por participar da transmissão de dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana onde há circulação dos vírus.
Enquanto um ataque de tubarão vira notícia e assusta pela imagem, a picada do mosquito passa quase despercebida. A prevenção, porém, é bem mais simples: eliminar água parada, manter ambientes protegidos com telas e utilizar repelentes recomendados pelas autoridades de saúde. No duelo entre tamanho e perigo, o mosquito continua vencendo de lavada.
