O presidente Lula recebeu o convite oficialmente via Embaixada do Brasil em Washington, sem confirmar participação, enquanto Trump liderará o Conselho de Paz, que inclui Javier Milei, Keir Starmer, Recep Erdogan, Abdel Fattah El-Sisi e Mark Carney, com taxa de adesão de US$ 1 bilhão; Tony Blair, Marco Rubio, Steve Witkoff, Jared Kushner, Marc Rowan e Ajay Banga integrarão o Conselho Executivo de Gaza. O grupo supervisionará o Comitê Nacional para a Administração de Gaza, liderado por Ali Shaath, com Nickolay Mladenov como diretor-geral, coordenando comitês tecnocráticos palestinos.
Até o momento, nenhuma mulher ou palestino foi anunciado, mas novos nomes devem ser incluídos. O mandato será de três anos, renovável pelo presidente, exceto para contribuições acima de US$ 1 bilhão. O objetivo central é reconstrução, desmilitarização e governança temporária, com Blair chamando o plano de “melhor chance” de reduzir sofrimento. Observadores criticam a falta de representatividade, enquanto Trump reafirma liderança internacional e incentivos financeiros.
O Conselho atuará acima dos órgãos executivos, combinando diplomacia, investimento privado e mediação de conflitos, consolidando coordenação global e precedentes multilaterais.
