Um hospital de referência para toda a população de MS e além-fronteiras!
A proposta de construção de um hospital binacional na linha internacional entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero surge como um dos projetos mais relevantes para a saúde pública da região Centro-Oeste nos últimos anos. A iniciativa, idealizada e defendida com ênfase pelo empresário Carlos Bernardo, propõe integrar oficialmente os sistemas de saúde do Brasil e do Paraguai para atender uma população estimada em até 800 mil pessoas que vivem e circulam diariamente na fronteira.
Carlos Bernardo tem reforçado que a realidade fronteiriça já funciona, na prática, de forma integrada: paraguaios buscam atendimento em território brasileiro e brasileiros recorrem aos serviços paraguaios. O hospital binacional nasce justamente para organizar, estruturar e qualificar essa assistência mútua, transformando uma prática informal em um modelo oficial de cooperação em saúde.
Referência em alta complexidade para todo Mato Grosso do Sul
Segundo o idealizador Carlos Bernardo, a proposta vai muito além de um hospital local. A unidade está planejada para oferecer serviços de alta complexidade, tornando a fronteira uma referência médica regional e reduzindo a necessidade de deslocamentos para cidades como Campo Grande e Dourados.
O projeto também tem como pilar o acesso universal, facilitando juridicamente e administrativamente o atendimento de paraguaios no Brasil e de brasileiros no Paraguai. Para Carlos Bernardo, essa formalização representa um avanço histórico, capaz de desafogar o sistema público de saúde dos dois países e garantir atendimento mais rápido, próximo e resolutivo para a população. A visão defendida por ele é clara: transformar a fronteira em um polo de excelência em saúde, algo inédito na América do Sul, aproveitando a localização estratégica e a demanda já existente.
Desenvolvimento econômico e legado regional
Outro ponto fortemente destacado por Carlos Bernardo é o caráter educacional do hospital. A proposta prevê que a unidade funcione como hospital-escola, servindo de campo de internato e residência para os milhares de estudantes de medicina que vivem na região fronteiriça.
Esse modelo deve elevar significativamente o nível técnico do atendimento, atrair profissionais qualificados e consolidar a fronteira como um centro formador de excelência na área da saúde.
O impacto econômico também é parte central da proposta idealizada por Carlos Bernardo. Com investimento estimado em US$ 10 milhões, o hospital deverá gerar empregos diretos e indiretos, fortalecer o comércio local e impulsionar ainda mais a economia que já é movimentada pelo setor universitário.
Para Carlos Bernardo, o hospital binacional representa mais do que uma obra física: trata-se de um legado estrutural para Mato Grosso do Sul e para o Paraguai, capaz de mudar definitivamente a forma como a saúde pública é oferecida na região de fronteira, beneficiando gerações futuras com um atendimento mais humano, integrado e eficiente.
