Seca, incêndios e enchentes entram na conta
O governo federal abriu o cofre e liberou R$ 300 milhões para ações de proteção e defesa civil. A verba foi autorizada por medida provisória assinada pela Presidência da República e publicada no Diário Oficial da União na quarta-feira (21).
O dinheiro será destinado ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, para atender áreas atingidas por desastres. Afinal, quando a natureza resolve cobrar a conta, sobra para o poder público correr atrás do prejuízo.
Entre a emergência e a reconstrução
Os recursos poderão bancar socorro às vítimas, abrigos, alimentos, limpeza, retirada de escombros e reconstrução de estruturas destruídas. É o pacote da emergência: primeiro vem o desastre, depois a correria para tentar colocar tudo de pé novamente.
A justificativa cita secas severas, risco de inundações e incêndios florestais, com destaque para o Amazonas, onde as queimadas avançaram até áreas urbanas. Enquanto isso, os R$ 300 milhões entram em campo para apagar incêndios — alguns literalmente. Resta saber se o dinheiro chegará na velocidade da tragédia, porque desastre não costuma esperar a burocracia terminar o café.
