Governador de Amambay cobra investigação e devolução do dinheiro; crise abala confiança no sistema financeiro
O governador de Amambay, Juancho Acosta, não economizou nas críticas à crise do Ueno Bank, que deixou milhares de paraguaios apreensivos com o destino de suas economias. Para quem confiou o dinheiro à instituição, a tranquilidade virou preocupação — e o saldo da conta, motivo de ansiedade.
Em entrevista à rádio Urundey 103.3 FM, Acosta classificou o episódio como um “golpe mortal” para o país. O governador cobrou transparência das autoridades e uma solução rápida para devolver os recursos aos depositantes.
Confiança foi para o espaço e agora a população espera respostas
Segundo Acosta, o Conselho de Governadores já se manifestou oficialmente e cobra medidas para acelerar a restituição dos valores. Também existem iniciativas legislativas em tramitação no Executivo para tentar resolver o problema.
O governador afirmou que fará o possível para ajudar os prejudicados. Enquanto isso, os cidadãos aguardam respostas concretas. Afinal, quando o assunto é dinheiro depositado, promessa não paga conta — e discurso não devolve economias.
