O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou a libertação de venezuelanos e estrangeiros que estavam detidos em prisões do país, descrevendo a iniciativa como um gesto de busca pela paz e de fortalecimento da união nacional diante das tensões políticas internas. Rodríguez afirmou que a decisão foi tomada em conjunto pelo governo bolivariano e instituições do Estado, sem especificar quantas pessoas seriam libertadas ou quais os critérios adotados para as solturas. Segundo ele, o processo de libertação já está em andamento e é uma ação unilateral do governo para promover a convivência e a estabilidade.
O presidente do Parlamento ressaltou que o diálogo do governo ocorre apenas com instituições e partidos que respeitam a Constituição venezuelana, excluindo setores considerados extremistas. A medida ocorre em um contexto de pressão de organizações de direitos humanos e líderes internacionais pela libertação de presos políticos no país. Embora ainda não haja números oficiais, grupos como o Foro Penal estimam que centenas de detidos possam ser beneficiados pela ação.
O anúncio foi feito em meio a uma conjuntura política sensível, com apelos de diversos países e organismos para que a Venezuela avance em medidas de reconciliação e respeito aos direitos humanos.
