Criação permite explorar carne e ovos, mas rentabilidade depende do manejo, dos custos e da procura por compradores
A galinha-d’angola pode diversificar a produção avícola, com venda de carne, ovos e pintos. Mas, antes de investir, o produtor precisa fazer as contas. Um estudo da Universidade Federal de Campina Grande, publicado em 2015, avaliou a viabilidade econômica da criação em Maracanaú e Cascavel, no Ceará. A pesquisa identificou comércio voltado a restaurantes, frigoríficos e consumidores da região de Fortaleza.
O relatório INOVA 2023/2024, da Embrapa, também registrou uma iniciativa cearense de reprodução e comercialização de pintos. Apesar das oportunidades, alimentação, instalações, mão de obra e cuidados sanitários pesam no orçamento. A rusticidade da ave não elimina esses gastos nem garante compradores.
Sem dados nacionais recentes, não é possível dimensionar o tamanho atual desse mercado no Brasil. Antes de começar, o produtor precisa pesquisar preços, demanda e canais de venda.
