“O combate ao abuso infantil é diário”: Rose Modesto defende proteção permanente à infância

Mesmo com o encerramento do Maio Laranja, campanha nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, Rose Modesto reforçou que a proteção da infância precisa ser permanente e acontecer durante todo o ano.

Rose destacou que o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes exige ações concretas, acolhimento às vítimas e fortalecimento da rede de proteção, principalmente em regiões mais vulneráveis do Estado.

“Maio está terminando, mas a nossa responsabilidade continua. O combate à violência contra crianças e adolescentes precisa acontecer todos os dias. Precisamos proteger, ouvir, acolher e denunciar. O silêncio nunca pode vencer”, afirmou.

Ao longo da vida pública, Rose atuou em pautas voltadas à proteção social, combate à violência e fortalecimento das políticas públicas para crianças e adolescentes. Durante seus mandatos como vereadora de Campo Grande, apresentou projetos nas áreas de educação e proteção social, sendo autora da Lei Antibullying nas escolas e de iniciativas voltadas à assistência de famílias em situação de vulnerabilidade. Já como deputada federal, defendeu políticas públicas voltadas à proteção de mulheres, crianças e adolescentes, além do fortalecimento da rede de assistência social.

A atuação de Rose na pauta ganhou ainda mais força após o caso da menina indígena de 11 anos, vítima de estupro coletivo e assassinato em Dourados, em 2021. Após o caso, Rose, então deputada federal, esteve em Dourados e articulou ações voltadas à proteção de mulheres e crianças indígenas da região. Entre as iniciativas, defendeu e destinou recursos para a implantação da Casa da Mulher Brasileira no município.

Dados do Ministério Público de Mato Grosso do Sul apontam que, entre 2020 e 2024, o Estado registrou mais de 3 mil casos de violência sexual, sendo a maioria das vítimas crianças e adolescentes.

Para Rose, o combate à violência infantil precisa unir poder público e sociedade. “Muitas vezes o abuso acontece dentro do ambiente familiar ou perto da convivência da criança. Precisamos estar atentos aos sinais e fortalecer a rede de proteção. Denunciar é um ato de cuidado e responsabilidade”, completou.

As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 100, além dos Conselhos Tutelares e órgãos de segurança pública.

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