Paulo Duarte solicita regulamentação urgente de uso do Parque Estadual do Prosa

Por meio de indicação ao Governo do Estado, à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação e ao Instituto de Meio Ambiente do Estado (Imasul), o deputado estadual Paulo Duarte (PSB) solicita a adoção de medidas urgentes para regulamentação da zona de amortecimento do Parque Estadual do Prosa. De acordo com o Plano de Manejo da reserva, realizado pelo Imasul, foram identificadas ameaças que poderão por fim à unidade de conservação que abrange o Parque dos Poderes.

Dentre as ameaças identificadas o deputado destaca a expansão urbana no entorno do parque, com construções de empreendimentos com, aproximadamente, 30 andares, além de 5.447 unidades habitacionais, 537 unidades comerciais e mais de sete mil vagas para estacionamento. “Essa expansão desenfreada irá impactar sobremaneira as rotas migratórias da avifauna. Haverá ainda a supressão da vegetação nativa, afetando a biodiversidade, bom como a carga de drenagem pluvial, contribuindo para um colapso no equilíbrio natural da Reserva Ecológica do Parque do Prosa, que inclui o Parque dos Poderes”, relata indignado o parlamentar.

As ameaças à diversidade biológica da área foram identificadas em 2022, no entanto até o momento não foi realizada a regulamentação da Zona de Amortecimento do Parque Estadual do Prosa. Ao normatizar o uso dessa área, que se estende por 14 quilômetros ao redor da reserva, as construções de empreendimentos serão limitadas ao índice de densidade demográfica líquida de habitantes por hectare. Com os critérios normativos serão estabelecidos o percentual mínimo de permeabilidade, redirecionamento do fluxo viário, bem como a uniformização do controle químico para erradicação de espécies invasoras, entre outras peculiaridades da região.

Para o deputado Paulo Duarte essas e outras questões que envolvem a Reserva do Parque Estadual do Parque do Prosa são mais do que fortes motivos para que a Casa Legislativa e toda a sociedade abracem essa causa. “Se nada for feito toda essa região irá se tornar uma selva de pedra. Queremos garantir a conservação da Zona de Amortecimento da reserva ecológica, preservando, assim, a flora e a fauna do ecossistema dessa localidade, bem como o patrimônio cultural e paisagístico de campo Grande”, argumenta Duarte.

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