Xande de Pilares leva 15 mil pessoas ao Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande

Show gratuito do Vivo Música trouxe o grupo Sampri e a Orquestra Sinfônica de Campo Grande tocando junto com o sambista carioca

O show do Vivo Música em Campo Grande lotou o Parque das Nações Indígenas este domingo. Com 15 mil pessoas, a apresentação gratuita trouxe o cantor Xande de Pilares para o centro do palco. O grupo de samba Sampri, com 20 anos de carreira, abriu a apresentação com uma homenagem a Gilberto Gil. “Andar com fé” e “Toda menina baiana” iniciaram a apresentação, com o trio formado pelas irmãs Magally (cavaquinho e vocal), Luciana (pandeiro e vocal) e Renatinha (violão e vocal), todas nascidas em Campo Grande.

Elas também tocaram músicas autorais, como “Deixe a menina sambar”, “Menino travesso”, e grandes sucessos da música brasileira como “La belle d´jour” e “Só quero um xodó”. Elas são descendentes de uma família de sambistas e ritmistas de escolas de samba e em 2002 fundaram este que é o primeiro grupo de samba do Mato Grosso do Sul liderado por mulheres, em que todas cantam e tocam.

A Orquestra Sinfônica de Campo Grande, com regência do maestro Eduardo Martinelli, apresentou músicas eruditas como a “Dança húngara”, de Brahms, “Marcha turca” e “Aleluia”, de Mozart, além árias como “O sole mio” e “La donna e mobile”, de Giusepe Verdi. A orquestra fez sua estreia em 2007 e já se apresentou em países como EUA, Portugal, Itália, Coreia do Sul, Argentina, Suíça, Canadá, Paraguai, Bolívia e Uruguai. Eles buscam valorizar a música brasileira e regional, apresentando instrumentos como a viola caipira e a viola de cocho.

O cantor, compositor e instrumentista Xande de Pilares apresentou duas músicas com a orquestra, de sua autoria. “Clareou” e “O show tem que continuar” levantaram o público presente. Logo após, ele cantou o repertório do disco “Xande canta Caetano”, com “Qualquer coisa”, “Queixa”, “Tigresa”, “Trilhos urbanos”, entre outras canções do disco que ganhou o Grammy Latino. Produzido por Pretinho da Serrinha, a obra ganhou a premiação como Melhor Álbum de Samba/Pagode. O disco também foi agraciado com o Prêmio da Música Brasileira e o Prêmio Multishow e já soma mais de 40 milhões de reproduções.

Ele prestou homenagem a quem chamou de ‘professor’, o também sambista Arlindo Cruz. Os grandes sucessos na sua voz “Salgueiro”, e “Tá escrito”, finalizaram a apresentação. “A gente não pode deixar de viver, uma salva de palma para a vida e para cada um de vocês aqui”, finalizou o cantor depois de um final apoteótico com o público campo-grandense.

“O Vivo Música é nosso projeto que reforça o apoio da marca à cultura em todo o Brasil, por meio de novas conexões artísticas, exaltando a pluralidade do país e seus artistas. De forma proprietária e autêntica, seguimos promovendo encontros nos palcos e com o público”, afirma Marina Daineze, diretora de Marca e Comunicação da Vivo.

Evento com Neutralização de Carbono

O show carrega o Selo Evento Neutro Verde, da consultoria em sustentabilidade Eccaplan, que garante as compensações das emissões de carbono relacionadas a sua montagem, desmontagem e realização (deslocamento de todo o staff, equipe de cenografia, gerador de energia e resíduos gerados), incluindo o deslocamento local dos participantes.

 Vivo Música

O Vivo Música tem o objetivo de democratizar o acesso à cultura e ao entretenimento no Brasil. Com shows gratuitos ao ar livre, o projeto convida grandes nomes da música brasileira para tocar com orquestras em misturas inéditas entre o popular e o erudito.

Em dois anos, o projeto já passou por Fortaleza, Belém, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Goiânia e Campinas. Os shows reuniram nomes como Adriana Calcanhoto, Nando Reis, Matheus Fernandes, Martinho da Vila, Mart´nália, Samuel Rosa e Israel & Rodolfo. Junto com orquestras locais, já levou mais de 140 mil pessoas aos shows, milhares de visualizações nas transmissões ao vivo, impactando mais de 64 milhões de pessoas nas redes sociais.

Sobre a Vivo

A Vivo apoia diversas iniciativas culturais e é hoje uma das maiores incentivadoras da cultura no País. A empresa realiza, há 20 anos, importantes investimentos no âmbito da música, artes cênicas e visuais em território nacional, com o objetivo de ampliar e democratizar o acesso dos brasileiros à cultura. Com o propósito de “Digitalizar para Aproximar”, a empresa busca conectar cada vez mais pessoas com a arte, levando a elas conteúdos e experiências construtivas e de qualidade, onde quer que estejam. A marca é patrocinadora de grandes eventos culturais pelo país, como os festivais Lollapalooza e The Town, em São Paulo, Galo da Madrugada, em Recife, Festival de Parintins, no Amazonas, e Festival de Çairé, no Pará.

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