FIGC estima perdas milionárias com eliminação
A seleção italiana, treinada por Gennaro Gattuso, sofreu nova decepção ao ser eliminada na repescagem pela Bósnia e Herzegovina nos pênaltis, tornando-se a primeira campeã mundial a ficar fora de três Copas consecutivas. Segundo a Federação Italiana de Futebol (FIGC), a ausência da competição acarretará prejuízo estimado em 30 milhões de euros, distribuídos entre multas contratuais de patrocinadores, perda de premiação e queda na venda de produtos licenciados e ingressos.
A cláusula de “malus”, prevista em contratos, gerou cerca de 9,5 milhões de euros de penalidades, enquanto a venda de camisas e produtos oficiais renderia 10 milhões. Além disso, a não participação na fase de grupos custará ao país mais 9 milhões de euros, sem contar eventuais ganhos progressivos caso avançasse no torneio. O impacto econômico se soma à frustração esportiva, agravada pela percepção de que a Itália cairia em um grupo acessível, com Canadá, Catar e Suíça. Torcedores e imprensa internacional repercutem o episódio como um “fracasso total”, e Gattuso não escondeu a tristeza após a derrota.
