Prefeitura abre licitação para compra de livros

E Ronilço Guerreiro lembra lei que garante aquisição de livros de autores regionais nas escolas da Capital.

A prefeitura de Campo Grande abriu nesta semana a licitação para compra de livros de literatura para as escolas da rede municipal. Segundo publicação no Diário Oficial da última quarta-feira, serão investidos cerca de R$ 2,4 milhões para essa compra. São cerca de 21 mil alunos da Rede que serão beneficiados com os livros.

Autor de lei que garante a presença de obras de autores regionais nas escolas, o vereador Ronilço Guerreiro espera que as obras locais sejam contempladas. “Acho importante esse investimento nas obras literárias, mas também já busquei informação com a secretaria de educação sobre quais seriam essas obras e se vamos contemplar nossos autores regionais. Essa é uma grande oportunidade, pois temos trabalhos fantásticos”, disse o vereador.

Pelo projeto de Guerreiro aprovado e sancionado, as escolas da Rede Municipal de Ensino, situadas em Campo Grande, devem priorizar a aquisição e adoção de no mínimo dois livros de autores com domicílio em Mato Grosso do Sul na sua matriz curricular.

A proposta foi tão bem recebida na Casa de Leis que teve solicitação de assinatura como coautores dos vereadores Valdir Gomes, Carlos Augusto Borges, o Carlão, Prof. Juari, Dr. Victor Rocha, Ayrton Araújo, Betinho, Tiago Vargas, William Maksoud, vereadora Camila Jara, Beto Avelar, Clodoilson Pires, Gilmar da Cruz, Papy, Silvio Pitu, Prof. André Luis, Dr. Jamal e Tabosa.

“Esse é um projeto que tenho muito orgulho, pois foi construído em conjunto com os escritores regionais através da audiência pública que realizamos. Fico muito feliz com a aceitação dos meus colegas vereadores que, não só entenderam a importância de levar o projeto para votação em plenário, como assinaram comigo essa proposta importante para nossa educação e cultura”, comentou Ronilço no dia da aprovação do projeto.

Guerreiro entrou em contato com o secretário de educação, Lucas Bitencourt e também é um desejo dele a aquisição de livros regionais. “Claro que não é comprar por comprar o livro, mas incentivar que os professores possam indicar essas obras para uso em sala de aula. Conversei bastante com o Lucas e vamos tirar esse projeto do papel”, finalizou Guerreiro.

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