Vereadores da Capital tem quase metade das contas Rejeitadas

29 vereadores eleitos para o mandado em Campo Grande, desde 14 tiveram sua contas reprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TER-MS), conforme a 35º Zona Eleitoral. Todas estão em fase de recurso no órgão de controle

Confirmado a ilegalidade, o configurado ilícito civil eleitoral ou penal, a sansão que o político pode receber é até mesmo ser preso ou ter o diploma casado.

Andre Salineiro (PSDB), eleito com o maior coeficiente eleitoral da capital está tendo que justificar as doações irregulares encontradas pela Comissão de Análise de Contas. O juiz eleitoral Wilson Leite Corrêa, na sua fundamentação da decisão constatou que 62 despesas foram após a concessão do CNPJ. Na observação do juiz o vereador omitiu 160 despesas, realizadas antes do termo inicial para a prestação de contas parcial.

Dr. Antonio Cruz (PSBD) as irregularidades constatadas foram quanto a prestação de contas. As quais estão doações de R$20 mil e R$ 1,3 mil que não foram declaradas “por um lapso”. O Juiz afirmou que “Importante observar que, como não informadas tais doações, os eleitores não tiveram acesso a tais dados antes das eleições, em grave prejuízo à transparência tão cara à legislação eleitoral”.

Os valores omitidos representam aproximadamente 50{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} de todos os recursos arrecadados pelo candidato. Wilson Leite alega que a desobediência do candidato a respeito das regras da transparência na arrecadação de recursos e realização de despesas acaba por viciar o processo eleitoral. “Posto que não assegurado ao eleitor o acesso às fontes de receita e às despesas realizadas pelo candidato, para assim formar seu convencimento”.

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