Produção da indústria cai 8,9{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} e tem maior recuo para julho desde 2009

Pela segunda vez seguida, a produção industrial nacional mostrou sinais de fraqueza. Em julho, na comparação com o mês anterior, a atividade fabril recuou 1,5{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (2). A baixa é a maior desde dezembro de 2014.

Já em relação a julho do ano passado, a queda foi ainda maior, de 8,9{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} – a mais intensa para julho desde 2009, nessa base de comparação. Naquele mês, a retração havia sido de 10{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}. No ano, de janeiro a julho, a indústria acumula perdas de 6,6{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} e, em 12 meses, de 5,3{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}.

De junho para julho, a maioria dos setores apresentou resultados negativos. O recuo foi puxado, principalmente, por produtos alimentícios (-6,2{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}), atividades de bebidas (-6,2{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,7{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}) e de indústrias extrativas (-1,5{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}), entre outros.

Entre as categorias, a de bens de consumo semi e não-duráveis teve a maior retração ao recuar 3,4{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}. Também tiveram taxas negativas os setores produtores de bens intermediários (-2,1{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}) e de bens de capital (-1,9{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}).

G1

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