PRESIDENTE DO “PODEMOS” ENVOLVIDO EM CRIME DE ESTELIONATO E DE AGIOTAGEM

Permeado por irregularidades na sua conduta, o partido “PODEMOS” é o único de Mato Grosso do Sul a ter um presidente estadual que para não ser condenado preferiu transacionar, passando a ir todos os meses ao Fórum da nossa Comarca para assinar na Vara de Execução Penal. É um processo por estelionato. Outro crime – de agiotagem – ele assinou um TCO – Termo Circunstanciado de Ocorrência..
Cláudio Sertão, presidente estadual da sigla, foi condenado por crime de agiotagem, mas contra ele somam outras graves acusações como a falta de transparência na condução da direção do partido. Desorganizado e conduzido de forma amadorística, o PODEMOS é um partido político conduzido de forma amadora como se fosse uma “empresa” particular de propriedade do seu presidente.
A gestão do “PODEMOS” necessita com urgência de uma investigação das autoridades competentes a fim de que ele não continue sendo transformado, nos períodos eleitorais, num balcão de negócios ou utilizado como “barriga de aluguel”. Possivelmente a direção nacional do partido, se mantém alheia aos acontecimentos em nosso estado.
Correm boatos e suspeitas que o PTN (Podemos) tenha se envolvido com agiotas. Cláudio Sertão teria inclusive sido ameaçado de morte por causar prejuízos a pessoas idôneas, que buscaram a justiça legitimamente para fazer valer seus direitos, antes que alguns, no desespero, lançassem mãos de providências mais drásticas.

DENÚNCIAS REGISTRADAS

Processo TRE/MS n. 0000023-03.2017.6.12.0035: Inquérito Policial n. 0572/2017, instaurado mediante requisição do juiz eleitoral Dr. Wilson Leite Correia, pela denúncia do Sr. Gerson Marques Batista, vítima dos dirigentes do partido, diretamente prejudicado pela prodigalidade da gestão partidária. Denunciado prejuízo de mais de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), pela emissão de um cheque em nome do PTN (PODEMOS) sem especificação da respectiva finalidade, sendo aventados indícios de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e “Caixa 2” (Conf. fls. 147/149)..
Processo TJ/MS – 1º Grau n. 0814516-84.2016.8.12.0110: Execução de título extrajudicial – cheque no valor de R$ 448,40, emitido pelo PTN em favor do Sr. Gilson da Silva, sem provisão de fundos.
Processo TJ/MS – 1º Grau n. 0000922-80.2018.8.12.0105: Termo Circunstanciado de Ocorrência – Envolvido Sr. Cláudio Alves Sertão, Presidente do PTN (Podemos) denunciado em ‘crime de agiotagem’ juntamente com outros envolvidos.
Cláudio é acusado ter emprestado R$ 4.000,00 (quatro mil reais) à vítima, tendo recebido integralmente o valor sem restituir as folhas de cheques dadas em garantia, no total de R$ 8.000,00 (oito mil reais), o que resultou em ação de cobrança em desfavor da vítima que denunciou o caso que ainda será instruído.

LISTA DE CRIMES

O PTN (PODEMOS) presidido por Cláudio Alves Sertão está envolvido – ele e seu presidente – numa extensa lista criminal. Claudio já foi processado por ‘crime de estelionato’ onde se beneficiou pela transação penal, mesmo assim persistindo em condutas inidôneas, pois, na presidência de um partido político, deveria ser exemplo de probidade e lisura de conduta.
Essa conduta é a mesma que tem motivado a diáspora de pessoas eleitas ou não eleitas a abandonar o partido pela sua condução flagrantemente contraria àquilo que qualquer cidadão de bem espera de um partido político.
O PTN (PODEMOS) se prepara nesta eleição para, mesmo com todas essas mazelas, fazer aliança com o PDT, partido que terá como candidato a Governador o ex-juiz Odilon de Oliveira que em seus discursos usa e abusa da retórica de que “não deseja ao seu lado pessoas que tenham complicações ou denúncias na Justiça”. Nesse caso há uma flagrante diferença entre o discurso do ex-juiz e a “aliança” pretendida com o partido presidido por Claudio A. Sertão.
Devido a esses e outros “ajuntamentos” é que a campanha de Odilon continua desidratando e fazendo água. Embora os candidatos do PTN (PODEMOS) tenham conduta ilibada, infelizmente o presidente estadual da sigla caminha de forma contrária à moral e aos aos bons costumes daquilo que o candidato a Governador Odilon de Oliveira diz defender.
Voltaremos.

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