POLÍCIA CIVIL DENUNCIA ESTRANHO ‘PROTECIONISMO’ A EX-PROCURADOR BANDIDO E ESTUPRADOR DE MENORES

Virou bate-boca e acusações o cumprimento do mandado de prisão por estupro contra o procurador de justiça aposentado Carlos Alberto Zeolla.

Esse mandado estava aberto há 77 dias, desde 7 de abril, tendo sido cumprido pelo GAECO, só na sexta-feira passada. A Polícia Civil não cumpriu a prisão de Zeolla porque não foi avisada sobre o mandado de prisão.

O Dr. Mário Donizete Ferraz de Queiroz, da DPCA, disse que ‘a polícia não havia sido comunicada do pedido de prisão expedido pela Justiça’, o que significa que Zeolla poderia ter sido ‘blindado’.

O que se sabe é que Zeolla foi levado num carro descaracterizado do GAECO e sem aqueles costumeiros estardalhaços, característicos das operações midiáticas do órgão. A Polícia Civil aponta erros na condução da prisão de Zeolla. Ele deveria ter sido entregue à DPCA, para ser interrogado, vez que é nessa delegacia que ele está sendo investigado.

A Polícia Civil achou estranho esse negócio do GAECO mandar o procurador, depois de preso, direto para o presídio, e encarou essa atitude como uma forma de proteção dada à ele pelos seus companheiros, criando um tipo de empecilho para a Polícia Civil, que para ouví-lo, deverá agora solicitar à Justiça para que ele seja retirado do Centro de Triagem para interrogatório.

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