Marido e pessoas próximas também recebem valores para autorizações
Nos últimos dias, Suzane von Richthofen voltou a repercutir após vazamento de trechos do documentário da Netflix “Suzane vai falar”, no qual revisita sua história. Condenada pelo assassinato dos pais em 2002, a criminosa gravou depoimentos que conduzem a narrativa, ainda em pós-produção, com lançamento previsto para este ano. Segundo a coluna “Outro Canal”, a Netflix pagou R$ 500 mil para garantir sua participação, e pessoas próximas, como o marido Felipe Zecchini Muniz, também receberam valores para autorizações de imagem e entrevistas. O contrato inclui cláusulas de confidencialidade sem prazo e estabelece exclusividade, limitando a participação de Suzane em outros projetos ou plataformas concorrentes.
Internamente, a produção ganhou força após o sucesso de conteúdos similares, como a série “Tremembé” na Amazon Prime Vídeo. O vazamento parcial do material em evento restrito viralizou nas redes, aumentando o interesse público. A iniciativa evidencia a aposta da Netflix em documentários com narrativa centrada em protagonistas polêmicos.
