Índices de esclarecimentos de crimes no MS equivalem a resultados de países de 1º mundo

Foto: Divulgação

A Polícia Civil apresentou nesta quarta-feira (2.01) o balanço das ações desenvolvidas no ano de 2018, em Mato Grosso do Sul. Embora o ideal seria que os crimes não ocorressem, os dados divulgados mostram a atuação repressiva dos policiais civis com o registro de 238.274 ocorrências, que resultaram na conclusão de 74.539 investigações, recuperação 2.551 veículos roubados ou furtados, 20.992 pessoas presas, apreensão de mais de 24 mil armas de fogo e munições, além de 335,7 toneladas de entorpecentes. A instituição está presente nos 79 municípios do Estado.

Um dos grandes destaques do trabalho desenvolvido pela instituição no Estado, está relacionado ao quesito elucidação dos crimes, entre eles os feminicídios, com 100{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} dos casos esclarecidos.  Na sequência estão os latrocínios, que chega à casa dos 75{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} e os homicídios com 62{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}. Os índices são equivalentes a resultados de países de primeiro mundo.

De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Marcelo Vargas, a resolutividade de crimes reflete números positivos e decorrem dos investimentos que o Governo têm feito na melhoria da segurança pública, com investimentos que ultrapassam a ordem de R$ 120 milhões, por meio do programa MS Mais Seguro, em recursos humanos, equipamentos e viaturas, dando suporte ao desenvolvimento dos trabalhos da Polícia Judiciária.

“O Estado possui uma das maiores médias quando se trata da resolução de crimes contra a vida, superando números de países de primeiro mundo. O que coloca a Polícia Civil do Mato Grosso do Sul como uma das mais efetivas instituições do País. Atuamos de forma incansável quando nos deparamos com este tipo de ação criminosa, pois o principal foco da instituição é a preservação da vida, que não é algo que possa ser recuperado depois do crime ocorrido”, concluiu.

Créditos Regiane Ribeiro, Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp)

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