Família pede ajuda para continuar tratamento de criança contra paralisia

Continua a batalha da família do pequeno Luis Otávio, de apenas quatro anos de idade, que nasceu prematuro e luta contra paralisia. Depois de fazer o tratamento em Dourados, a família mudou-se para Campo Grande, em busca de novos recursos para o tratamento do “Pequeno Guerreiro”.

Luiz Otávio tem o sistema psicomotor afetado desde a nascença e por isso tem dificuldades de andar. O menino mora com os avós, que dedicam a vida na busca dos primeiros passos do neto.

Os tratamentos têm avançado e os resultados surgem. Os avôs lutam para trocar o aparelho Tutor Longo de Marcha por um andador Crocodile com adaptações, que só é vendido em São Paulo e custa R$ 6 mil . Os avós têm a guarda da criança, já que a mãe entregou o filho e não o vê há mais de três anos.

Com a ida para Campo Grande, para continuar o tratamento, as despesas aumentaram. Sem poder trabalhar, a família vive com a aposentadoria do avô de Luiz Otávio, no valor de R$ 1.200 por mês. Segundo a avó, Celina Domingues dos Santos, com esse dinheiro é possível pagar apenas o aluguel, água, luz, deslocamento para a fisioterapia e escola do neto.

pequeno guerreiro utiliza equipamentos de clínica para se locomover, mas precisa ter um em casa, que custa R$ 6 milpequeno guerreiro utiliza equipamentos de clínica para se locomover, mas precisa ter um em casa, que custa R$ 6 mil

“Esses dias não pude levar ele à escola por não ter dinheiro para comprar as fraldas que ele usa. Chorei muito, mas Deus sempre me dá força para continuar. Um pacote de fraldas dá para três dias, fora o remédio anticonvulsivo que ele precisa tomar três vezes ao dia. Recentemente ele ficou 58 dias na UTI. Sei que ele é um guerreiro e um dia vou ver o Luiz andando sozinho”, disse emocionada a avó.

Como as despesas em Campo Grande são muitas, a família fica sem dinheiro para comprar o andador. “Ele utiliza um modelo na clínica onde faz o tratamento. Dá para perceber as mudanças. Precisávamos ter um desse em casa para intensificar o tratamento. Os resultados são lentos, mas se pararmos volta à estaca zero muito rápido”, diz Celina.

Para conseguir comprar o andador para o pequeno guerreiro pessoas de Dourados e Campo Grande estão se unindo. Em Dourados, a Gráfica Akatsuka, Rotary Clube Caiuás e Clube de Imprensa de Dourados estão fazendo uma rifa para ajudar nas despesas da família e na compra do andador. Os interessados em comprar ou ajudar na venda das rifas podem entrar em contato com o presidente do Clube de Imprensa, Hedio Fazan, através (67) 9852-3359.

Foi aberta uma conta no nome do garoto na Caixa Econômica Federal com o número 857-6 e agência 4820-013. Interessados em ajudar de outra forma podem ligar direto para Celina (67) 9856-8077.

Dourados Agora

Comentários

Comentários