Dr. LUIZ OVANDO – Médico e Deputado Federal

COM A MÃO NA MASSA!

Dr. LUIZ OVANDO (69): Cardiologista clínico e palestrante. Casado com D. Clotildes Ovando, há 42 anos. Corumbaense, pai, avô e membro da 3ª Igreja Batista. Coordenador do Programa de Residência em Clínica Médica e atual coordenador da COREME (Comissão de Residência Médica da Santa Casa de Campo Grande – MS). Defensor da vida como médico e deputado Federal eleito pelo PSL. Defensor da Família e da Vida, combate a ideologia de gênero que conspira, degrada e vulgariza a família.

*Por B de Paula Filho

Boca: O senhor já esteve Brasília providenciando o local para residir?
Dr. LUIZ OVANDO – “Estive. Fui em reunião convocada pelo presidente Bolsonaro para resolver questões partidárias e a parte administrativa do gabinete, entre elas o apartamento funcional. Pretendo fazer um mandato onde minha presença seja constante nos municípios do estado. Faremos o chamado ‘bate e volta’, vez que o Congresso funciona de terça a quinta. Fora disso, ficar por lá só em caso de extrema necessidade”.

Boca: Os direitos humanos estão se esgotando?
Dr. LUIZ OVANDO – “Absolutamente. O mundo está comemorando os 70 anos da ‘Declaração Universal dos Direitos Humanos’. Uma das coisas interessantes na literatura é manter a integridade e a liberdade com a qual o ser humano foi formado. Isto existe desde a saída do Povo hebreu do Egito. A liberdade é uma necessidade dos povos. É importante manter a liberdade e os direitos com responsabilidade a fim de que tudo isso seja canalizado para desenvolver os indivíduos de forma geral. Esse direito é inesgotável e iremos trabalhar para resgatar agora a condição do indivíduo se mexer, e isso acontecendo, certamente se manterá o ‘status quo’ de liberdade para o qual todos fomos criados”.

Boca: Quais as dificuldades que o senhor tem encontrado em Brasília?
Dr. LUIZ OVANDO – “Poucas. Temos uma equipe formada para a qual delegamos essas funções, e por ser o mais velho da Bancada certamente terei alguns privilégios, porque na política respeita-se muito a condição hierárquica”.

Boca: Como o PSL recebeu a indicação de dois ministros do DEM?
Dr. LUIZ OVANDO – “As nomeações de Tereza Cristina e Luiz Mandetta foram feitas baseadas nas experiências de ambos em se movimentar dentro e fora da esfera política e administrativa. Nós da Bancada de Mato Grosso do Sul não fomos consultados especificamente, mas há justificativas: Tereza Cristina é a expressão do agronegócio e possui um histórico maravilhoso. O Dr. Luiz Mandetta também, e está avalizado pelas entidades ligadas ao atendimento de saúde”.

Boca: Está havendo descontentamento sobre a forma de agir do presidente Bolsonaro?
Dr. LUIZ OVANDO – “Não. As discussões pontuais, mas nada insuperável. Reconhecemos que liderança no partido deve ser confiada para quem tem mandato. A fase de transição parece meio tumultuada, mas é fase de conhecimento. Mesmo diante desses choques posso garantir que o partido está unido em torno de um programa de governo que será colocado em pratica e todos esses desentendimentos iniciais serão superados”.

Boca: É possível fazer um governo sem equalização partidária?
Dr.LUIZ OVANDO – “Difícil. É preciso estabelecer diálogo com as demais tendências. Através de uma coalisão será possível se fortalecer para as grandes votações no Congresso. O voto é a necessidade para as reformas que se pretende fazer e que são necessárias. Vai ser preciso negociar”.

Boca: A Reforma da Previdência passa antes do final do atual governo?
Dr. LUIZ OVANDO – “Não. No nosso, alguns pontos terão que ser negociados. Uma coisa é certa: sem reforma o país empaca e não anda. O Brasil corre o risco falimentar diante do déficit crescente da Previdência e que precisa ser estancado. Negociações a ajustes precisam ser feitos”.

Boca: Algo mais?
Dr. LUIZ OVANDO – “Quero agradecer aos que me confiaram o voto. Vou corresponder na representação de todos como deputado Federal, com trabalho, dedicação, honradez e retidão. Desejos a todos votos de Feliz Natal e Próspero ano Novo. Muito obrigado”.

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