Cinco mortes são registradas no final de semana em Campo Grande

Com cinco mortes registradas, o fim de semana foi violento na Capital. Foram três homicídios, um latrocínio e uma morte a esclarecer. Conforme a Sesusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), o número de homicídios aumentou 11{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} nos primeiros dois meses, na comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro até agora, já foram contabilizadas 26 mortes violentas e, 2015, foram 23 casos.

De sexta-feira para sábado, por volta da meia-noite, o motorista de ônibus de turismo da Eucatur, Jean de Campos Rodrigues, de 40 anos, morreu após lutar com um homem que havia roubado seu veículo, um Santana, no Jardim América. Ele foi esfaqueado no tórax pelo bandido, chegou a caminhar até um quartel do Corpo de Bombeiro para pedir ajuda, mas não resistiu. O acusado de ter cometido o crime, Marcos Antônio Cândido, 42 anos, foi preso.

Durante a madrugada, Júlio César Martins Ferreira, 40 anos, foi encontrado morto dentro de um carro estacionado na Rua Santa Lina, no Vilas Boas. Na última quinta-feira, Júlio havia sido condenado há 17 anos e dois dias de prisão em regime fechado por matar em 2014 a esposa, Jayane Silvestre Uliana, 26 anos. O caso foi registrado como morte a esclarecer.

Por volta das 6h30 de sábado, Matheus Lopes da Silva, 17 anos, morreu atingido com tiro na região do tórax após uma briga generalizada em um bar na avenida Manoel da Costa Lima, Vila Nova Bandeirantes. Segundo a polícia, o suspeito de ter cometido o crime é um funcionário do estabelecimento.

No domingo de manhã, o corpo do pedreiro Edvar Malheiro de Arruda, 43 anos, morto a pauladas foi encontrado por uma moradora, na Rua Waldevino Guimarães, no Parque do Lageado, região sul da cidade. A suspeita é de que uma briga de bar tenha motivado o crime. O corpo estava nos fundos da casa da aposentada Cleuza Leonel dos Santos, 48 anos.

A 80 metros, na esquina com a Avenida Evelina Selingard, sangue espalhado na calçada de uma sorveteria e um par de chinelos indicavam o local do assassinato. O homem foi arrastado para a casa, que estava vazia até domingo (6), antes da mudança da nova moradora. A vítima teve o rosto desfigurado.

Ainda no domingo, por volta das 22h30, Gilberto Almeida Faria, 35 anos, foi morto pelo irmão com golpe de espeto no pescoço na Rua Clemencia de Tito, no Conjunto Residencial Estrela do Sul. O acusado de ter cometido o crime é Alberto Almeida Farias, 37 anos, que segundo os vizinhos, sofre de esquizofrenia e tem mentalidade de criança.

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