AEM: Lâmpadas de LED contribuem para a economia de energia elétrica

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Em época em que os valores das contas de energia elétrica tendem a aumentar devido, entre outros fatores, ao Verão, a Agência Estadual de Metrologia de Mato Grosso do Sul (AEM-MS) órgão vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) e delegado do Inmetro, sugere algumas dicas de economia.

Além de tomar banhos mais curtos (de até cinco minutos); de não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado e mantendo os filtros do aparelho limpos; de só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário, regulando a temperatura interna de acordo com o manual de instruções; e de juntar roupas para passar de uma só vez não deixando nunca o ferro ligado enquanto faz outra coisa; trocar as lâmpadas comuns pelas de LED também é uma boa saída para economizar.

O preço das lâmpadas de LED é mais alto do que o valor das fluorescentes, contudo, o gasto na compra é compensado com a redução na conta de energia elétrica. Também tem a questão da durabilidade, que é maior, podendo resistir até quatro vezes mais do que as fluorescentes compactas.

Agora, o que poucos sabem é que entre as lâmpadas de LED há diferença de consumo de energia elétrica de acordo com o modelo, podendo ser mais ou menos econômicas.

  1. Verifique se a lâmpada possui informações presentes na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, que indicam a potência, o fluxo luminoso, a eficiência luminosa e a segurança elétrica;
  2. Lâmpadas com maior eficiência luminosa são as que menos consomem eletricidade;
  3. Entre lâmpadas que possuem a mesma potência, a que tiver maior fluxo luminoso é a mais eficiente;
  4. Entre duas lâmpadas com fluxo luminoso semelhante, a de menor potência é mais econômica;
  5. O tempo estimado na embalagem não significa o tempo que a lâmpada vai levar para queimar e sim o período que ela passará a funcionar com mais ou menos 70{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} da capacidade luminosa original.

Outras informações, inclusive mais detalhadas, podem ser conferidas na página do Inmetro.

Energia elétrica

Trocar lâmpadas comuns pelas de LED é uma boa saída para economizar. Foto: Tricurioso

No dia 31 de janeiro foi divulgado o relatório mensal do mercado de energia elétricarealizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculado ao Ministério de Minas e Energia. O documento apresenta as consolidações por classe e regiões do consumo de energia elétrica, além de uma análise do comportamento do mercado.

De acordo com o estudo, o consumo de energia elétrica no Brasil aumentou 1,1{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} no ano passado, totalizando 467.161 gigawatts/hora (GWh). Ainda conforme o documento, análise mais detalhada dos dados aponta que o consumo de energia elétrica aumentou em três das cinco regiões brasileiras, com destaque para o Centro-Oeste, que teve crescimento de 4,8{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} em relação a novembro. Na Região Sul, a alta foi de 2,2{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} e, no Sudeste, de 1,3{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}. Em contrapartida, fecharam dezembro com queda na demanda à rede as regiões Norte, com menos 10,8{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}, e Nordeste, com menos 0,5{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} na comparação com novembro.

Créditos: Karla Tatiane – Subsecretaria de Comunicação (Subcom) com informações da EPE

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