Acordo de Cooperação Técnica entre Exército Brasileiro e STF levou 35.000 armas inservíveis à destruição.

FOTO: Exército Brasileiro

Brasília (DF) – Como desdobramento do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Supremo Tribunal Federal (STF), na pessoa de sua presidente, a Ministra Cármen Lúcia, e o Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, a Operação Vulcão destruiu armas recebidas dos tribunais de justiça dos estados do Tocantins, de Goiás e do Distrito Federal. A atividade se deu no período de 25 de fevereiro a 2 de março.

Todas as armas de fogo e munições eram provenientes de apreensões e estavam sob a guarda do Poder Judiciário. As consideradas desnecessárias pela justiça para a continuidade e a instrução dos processos foram encaminhadas para o Exército Brasileiro, para a sua adequada destruição. Dessa forma, fruto desse esforço concentrado, foram recebidas dos tribunais de justiça cerca de 35.000 armas entre dezembro do ano passado e fevereiro de 2018.

Dentre as organizações militares que participaram ativamente da Operação, destaca-se o Comando de Operações Especiais (COpEsp), que, em parceria com o Tribunal de Justiça do Goiás, conduziu a termo a destruição de cerca de 25.000 armas. Além disso, o 11º Depósito de Suprimento (11º D Sup) também contribuiu com a destruição de aproximadamente 10.000 armas, estas recebidas do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Todo o processo contou com o apoio do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília (BPEB), que providenciou a escolta dos comboios.

O Comando Militar do Planalto e a 11ª Região Militar (11ª RM) coordenaram a operação. Ao total foram empregados 95 militares e 17 viaturas. A destruição final das armas ocorreu em uma siderúrgica, localizada no município de Sete Lagoas, no estado de Minas Gerais.

CRÉDITO: Assessoria da PMCG

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