A “MEMEIA” DO ZEDU: Coordenadora acusada de perseguição e assédio moral

O CEI Zedu, já foi um modelo estadual em educação infantil. Qualidade ideal a ser alcançada pelos similares. Hoje ele caminha de forma claudicante.

De educação e professores premiados está reduzido a mero depósito de filhos de servidores. Aquilo que já foi um orgulho dos governantes que já administraram este estado, está relegado à um plano inferior graças às crises internas e externas.

Não é de se duvidar que a secretária-boiadeira Maria Cecília Amêndola da Mota pretenda o fechamento do Zedu. Seria sua cereja do bolo como “fechadora de escolas estaduais”.

Em fim de carreira, o desprestígio de Maria Cecília tem atingido a popularidade do Governador Reinaldo Azambuja que insiste em mantê-la no cargo.

A HISTÓRIA DO ZEDU

O CEI Zedu foi criado em homenagem a Zé Eduardo, uma criança especial, neto do saudoso governador Dr. Wilson Barbosa Martins e filho da também saudosa deputada Celina Martins Jallad.

Fundado em homenagem à saudosa memória do neto que faleceu precocemente, o Zedu virou um modelo estadual que serviu de cópia sobre o ideal a ser alcançado na educação infantil.

A única creche mantida pelo Governo do Estado está em vias de fechamento. Sua atual administração derrubou a qualidade de ensino, colocando em xeque os cuidados que os pais de alunos – servidores públicos- sempre se preocuparam em manter a qualidade e a boa formação dos seus filhos.

Nos velhos tempos os servidores públicos lutavam por uma vaga no local. Na atualidade chegaram à conclusão que suas crianças merecem o ensino de qualidade que deixou de existir no Zedu.

PERSEGUIÇÃO E ASSÉDIO MORAL

A situação está prestes a explodir, especialmente depois que pais de alunos foram ao Ministério Público Estadual e denunciaram irregularidades internas. O MP passou a investigar e aos poucos a capa protetora da Secretária de Educação do Estado sobre suas “cupinchas” está sendo desmontada.

Na SED existe pelo menos cinco denúncias graves envolvendo a Coordenadora Pedagógica, Márcia Cristina Yasunaka. Contra ela pesam: denúncias de maus-tratos, chantagens e assédio moral contra professores.

Ela enfrenta a todos abusando da confiança da Secretária Maria Cecília. Gaba-se de ser amiga pessoal de Cecília desde os velhos tempos de SEMED.

Mária se defende dos contra-ataques às reclamantes. Diz ter nas mãos a diretora Carla Rezende, ex-prefeita de Terenos e prima do deputado Beto Pereira.

A coordenadora chegou a desobedecer ordens do atual vice-secretário da SED, Edio de Souza Viegas afirmando em alto e bom tom: “Ele entende é de gráfica e não de ensino”.

Por conta do protecionismo da secretária Maria Cecília, Márcia até agora reinou como quis e insubordinou-se hierarquicamente, como se tivesse a atual diretora na palma da mão.

Tempos atrás teceu críticas à sua superior no Zedu pela exagerada “mudança do parquinho e rifas…”. O desentendimento entre as duas teria se acirrado na campanha política porque Márcia era eleitora e cabo eleitoral ferrenha do ex-juiz Odilon de Oliveira.

DENÚNCIAS CONTRA A MEMÉIA

Pelos corredores da SED o apelido da “dona” do Zedu, que na verdade não passa de uma simples coordenadora mal-formada é “Meméia”, aquela bruxinha da revista em quadrinhos “Bolinha”.

Existem cinco processos – que nunca andam – de professoras que resolveram denunciá-la na SED. Para rebater as denúncias alguém da SED admite que professoras da chamada “Gang da Márcia” a defenda. As queixosas que deixam o Zedu por não admitir maus-tratos, são vencidas pelas denúncias que fazem. É o tradicional jogo de “cupinchas” que Márcia sabe fazer muito bem.

Correto seria chamar como testemunhas as professoras que, por não suportar o tratamento ríspido, indelicado, antiético e impróprio em se tratando de colegas. Mas a Secretaria de Educação fazendo o jogo de protecionismo que nasce na sala da atual secretária, acaba dando um jeito para blindar a “coordenadora” que prossegue com seu jogo de brutalidades em relação às funcionárias do Zedu.

Os processos contra a coordenadora não caminham, aliás, não caminhavam, até que um pai de aluno, preocupado com o esfarelamento da qualidade de ensino resolveu denunciar Márcia ao Ministério Público. Os podres começaram a aparecer.

As apurações iniciais dizem que Márcia foi aprovada num concurso público municipal para professora, sendo imediatamente arrastada para o cargo de Coordenadora do CEI Zedu. Na época desses acontecimentos a secretária de Educação do Município era Maria Cecília.

Ao assumir a Secretaria de Educação do Estado, Maria Cecília arrastou atrás de si a sua turma entre elas a famosa “Meméia”. CONTRA O REGIMENTO INTERNO

No Regimento Interno do CEI ZEDU é estabelecido que “Coordenadora deverá ter experiência como professora e vínculo com o Estado de pelo menos 20 horas como concursada” coisas que Márcia nunca teve. Tudo foi ignorado e Márcia ascendeu ao cargo não por competência, mas pela influência de Maria  Cecília.

Duas professoras, preparadas e competentes que preenchiam todos os requisitos do “RI” do Zedu foram alijadas do cargo. O MP quer conhecer agora “quem assinou à Márcia o atestado de que ela estaria apta para assumir uma coordenação”. Foi assim, de maneira fraudulenta que “Meméia” ascendeu ao cargo que usurpa até hoje, enfrentando tudo e todos graças ao protecionismo que goza sob o beneplácito da atual secretária de Educação do Estado.

Não há indícios que Márcia seja afastada do cargo no Zedu para que a verdade finalmente venha à tona, mas é preciso passar à limpo tudo aquilo que a “coordenadora” diz saber contra a atual diretora. E, se ninguém o fizer, nós faremos.

Voltaremos.

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