PSDB tenta atrair o PMDB para a reeleição do Governador de MS

O PSDB de Mato Grosso do Sul vive momento de incerteza com a crise econômica e política.  O partido não só está de olho no cenário administrativo do governador de MS como também na repercussão das denúncias envolvendo todas as principais lideranças políticas do Estado.

O PMDB diante destes fatos vem junto a cúpula dos tucanos trabalhando a legenda do partido em seus palanques.

A cúpula dos tucanos trabalha para ter o PMDB em seu palanque em 2018. O Deputado Junior Mochi, presidente regional do partido só discutiria essa aliança no segundo turno, porque o plano é concorrer à sucessão estadual com candidatura própria. O nome do PMDB ainda é do ex-governador André Puccinélia.

Há uma preocupação no PSDB quanto à questão orçamentário, ou seja, a falta de dinheiro para o pagamento do 13º salário do funcionalismo público e até para garantir a folha em dia daqui pra frente.

O desgaste político será inevitável se isto realmente acontecer. Todas as medidas adotadas pelo governo não estão surtindo o efeito esperado.

O governador de MS tem buscado apoio do presidente Michel Temer para amenizar o impacto da crise financeira nas contas do Estado.

O Governador de MS também tenta melhorar sua imagem com inaugurações de obras mesmo com recursos limitados. Parece que não está conseguindo.

Pois pautas negativas em referência a sua imagem vem surgindo. A última foi a Ação popular ingressada em primeiro grau pede bloqueio de bens do governador de MS, bem como das marcas Friboi, Havaianas, Vigor e Seara, para garantir integral ressarcimento aos cofres públicos devido ao possível prejuízo causado por suposto esquema entre o governo de Mato Grosso do Sul e o grupo JBS, delatadas pelos irmãos Joesley e Wesley Batista.

 

 

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