As dez Mais

Terça-feira, 29 de agosto de 2017.

PRIMEIRA:

Viajando pela Rota Bioceânica, o empresário Claudio Cavol recebeu ontem a notícia de que duas carretas da sua empresa haviam sido queimadas por um fogo que começou num matagal. Ficou desesperado.

SEGUNDA:

A ministra Carmen Lúcia do STF considerou uma peça irretocável o pedido de cassação contra o ex-prefeito Alcides Bernal em deferimento ao pedido de extinção do feito por perda de objeto.

TERCEIRA:

Todos os nomeados do deputado federal Luiz Mandetta (DEM), estão sendo mandados embora do serviço público federal. É o preço que o deputado está pagando por ter votado contra Michel Temer.

QUARTA:

Já está voando para a China a Comitiva Presidencial. O avião decolou da Base Aérea de Brasília às 8 horas. Integra a comitiva o deputado federal e ferrenho defensor de Temer, Carlos Marun.

QUINTA:

Examinadores do Detran se recusaram ontem viajar para o interior para aplicar provas práticas de CNH. O motivo é o mesmo: falta de pagamento das diárias. A desculpa do Detran também é a mesma: Falta de comunicação com o financeiro do Governo.

SEXTA:

Os ipês amarelos, que traduzem o charme do Carandá Bosque e adjacências já estão ficando sem as flores. O espetáculo anual promete voltar só no inverno de 2018.

SÉTIMA:

O Rancho do Caubói está se preparando para voltar à ativa com seus memoráveis bailes nos finais de semana. Os grandes shows estarão de volta, agora com acústica renovada e a tradição da melhor diversão para seu grande público.

OITAVA:

A gasolina em Campo Grande subiu R$ 0,24 centavos neste mês. Quanto mais os preços sobem, mais as vendas despencam. É a lei de ‘causa e efeito’ que a Petrobrás conhece, mas ignora.

NONA:

Ficou feio para a Secretaria de Saúde do Estado o fato de uma gestante ter morrido por causa da negligência médica no Hospital Regional de Campo Grande. O governador prometeu saúde de qualidade na eleição passada, mas tudo ficou só na promessa.

DÉCIMA:

O Governo do Estado está fazendo propaganda do chamado “estado mínimo”. Nos meios políticos se comenta que as obras de Azambuja “cabem num fusca”. Outros mais gozadores acrescentam: “E ainda sobram vagas”.

Amanhã eu volto.

Fuuuuuuuuuuui.

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