As Dez Mais

Segunda-feira, 17 de julho de 2017.

PRIMEIRA:

Bolsonaro foi uma versão “bufa” de Napoleão Bonaparte em Nioaque. Delirou em cima de um matungo branco desembainhando uma espada emprestada que Nioaque era – naquele instante – a Capital do Brasil.

SEGUNDA:

Comentário forte nas redes sociais, grupos, whats, etc, que o PDT está dando de 1º ao 5º em nosso Estado. Estamos de olho.

TERCEIRA:

O doleiro Lucio Funaro é a delação premiada tipo ‘bola da vez’. Periga incluir na sua segunda versão de delação os pagamentos e troca de moedas feitas ao “nosso” Governador “ostentação” de Mato Grosso do Sul.

QUARTA:

Entrevistas de Carlos Marun nos noticiários das tevês de hoje são gravadas da semana passada. O deputado federal está em Porto Alegre na casa do pai curtindo o pequeno período de férias e volta às atividades no próximo dia 24.

QUINTA:

Viramos hoje na Globo Nacional – que é onde pesa – duas vezes notícia nacional. A primeira sobre “buracos”. A segunda sobre UTIs Neonatais. Só não disseram que a Maternidade da Cândido mariano estará desativando leitos caso o Governo do Estado insista em dar “calote” na entidade que tem quase R$ 1 milhão para receber.

SEXTA:

Hoje faz 10 anos que um avião da TAM explodiu depois de sair da pista e atravessar a avenida Cruzeiro do Sul, matando 192 pessoas. Até agora ninguém foi culpado pelo acidente.

SÉTIMA:

Curiosidade da coluna do amigo Sérgio Cruz: Dia 19 de Outubro de 1912, o padre ‘patoteiro’ José Joaquim de Miranda, que era um craque no “carteado” e andava armado com uma 44, foi morto defronte a casa paroquial pelas tropas do tenente Jacques da Luz. O Padre pregava as duas leis: a da bala e a de Cristo.

OITAVA:

Rapa do BPTran na Vila Olinda, na sexta-feira, no reduto dos acadêmicos da UFMS resultou em 18 veículos apreendidos e 7 “motoristas” não habilitados. Os barzinhos: EscoBar, Batata e Da Tia, entraram para a lista daqueles que não deixam nem defunto descansar aos finais de semana. Os vizinhos agradeceram a visita da PM.

NONA:

Pra variar um escandalozinho básico: Dizem que o reforço às prefeituras do PSDB com dinheiro do bolo do ICMS estadual poderá das “bolo” especialmente se autoridades descobrirem qual escritório de advocacia e assessoria que está por detrás desses incrementos e “quem” é um dos componentes desse trabalho que surrupiou da Prefeitura de Campo Grande, nessa divisão, quase 60 milhões.

DÉCIMA:

Outro “barzinho” que merece a visita da polícia é o da Avenida Noroeste subindo a Santos Dumont. Ao som de “funk” as noitadas permitem “racha” entre motoqueiros, som alto, gritarias. Vizinhos denunciam uma estranha “proteção” policial que não se justifica. Finais de semana o horror se instala. Estamos voltando a ser uma cidade “quase” sem lei.

Amanhã eu volto.

Fuuuuuuuuuuuuuui

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