As Dez Mais

Sexta-feira, 14 de Julho de 2017.

PRIMEIRA:

A semana terminou com a bruxa solta no Macroanel Rodoviário de Campo Grande. Um engavetamento envolveu 5 veículos e matou três pessoas, duas delas já identificadas: Joel Silva de Lima e seu filho Jeiel Santana de Lima, respectivamente pai e filho. O acidente é um prenúncio de que o final de semana precisará de atenção redobrada em nossas estradas.

SEGUNDA:

O proprietário da América-FM, Raul Freixes, emitiu quinta-feira uma segunda “nota” sobre a suspensão de um programa que pretendia agredir a cidade. Freixes está recebendo aplausos pela atitude empresarial, afinal, a cidade não merecia mesmo tamanha baixaria.

TERCEIRA:

O “calote” de R$ 800 mil reais à Maternidade da Cândido Mariano poderá levar a entidade a suprimir leitos neonatais a partir de segunda-feira. O governo diz que não tem dinheiro, mas recebeu quase R$ 3 bilhões de verbas extras e não se sabe onde foi parar o dinheiro.

QUARTA:

O governador saiu de férias e deixou o estado empepinado. Esqueceu de pagar contas, não depositou verbas da saúde, não conversou com sindicatos e associações e deixou todo mundo em ‘pé-de-guerra’.

QUINTA:

Falando em “calote” o principal jornal diário da Capital denuncia outra façanha do atual governo: “Não pagou R$ 25,7 milhões à General Motors pelas 195 viaturas do programa “MS Mais Seguro”. Pior que já tem viaturas batidas e outras avariadas.

SEXTA:

O Hospital do Câncer Alfredo Abrão de Campo Grande, um dos melhores e mais exemplares atendimentos deste país, informa através do seu diretor-presidente Carlos Coimbra, que inaugurou ontem o seu moderníssimo laboratório de análises clínicas.

SÉTIMA:

“Índio bom é índio morto”. Essa frase cunhada pelo jornalista Walter Navarro, de Minas Gerais, numa página da web, custou a bagatela de R$ 50 mil reais a título de ‘dano moral’ por conta de uma ação movida pela Justiça Federal a pedido dos índios da etnia Guarani-Kaiowá.

OITAVA:

A JBS/Friboi pagava “mensalinho” para 200 fiscais do Ministério da Agricultura. O “salarinho” girava em torno de mil a R$ 20 mil reais mensais, para que o Sistema de Inspeção Federal (SIF) fosse fraudado.

NONA:

O detento João Ramires (33), foi salvo por um “triz”, graças à intervenção de um investigador de polícia. Ele fez uma “tereza” (corda artesanal) e tentou se enforcar. Encontrado agonizante, foi levado para atendimento e restabelecido. Ao delegado João confessou que “preferiu morrer à ficar preso”.

DÉCIMA:

Devido a uma má aplicação feita por Alcides Bernal o IMPCG (Instituto Municipal da Prefeitura de Campo Grande) perdeu R$ 4,9 milhões de reais. Depois disso Bernal começou “canibalizar” fundos do Instituto e não repassar dinheiro descontado dos servidores.

Segunda-feira eu volto.

Fuuuuuuuuuuuuuui!.

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