As Dez Mais

Quinta-feira, 25 de maio de 2017.

PRIMEIRA:

Brasília ontem pegou “fogo” literalmente. 35 mil manifestantes – 75 mil a menos que o previsto – protestaram na Esplanada dos Ministérios, promoveram ‘quebra-quebra’ e só foram parados quando o Exército entrou na “parada” e desceu a borracha.

SEGUNDA:

A Capital Federal virou praça de guerra, mas há quem diga que “Lá não estava o povo, mas os sindicalistas”. O “Fora Temer” virou a palavra de ordem e a resposta palaciana foi “descer a borracha”. O Congresso parou e houve muito ‘bate-boca’, mas hoje é outro dia.

TERCEIRA:

Aqui no Estado o governador ganhou ontem seu “quinto” pedido de ‘impeachment’, só que desta vez, foi um procurador federal do nosso Estado que denunciou a “inércia” da Assembléia, do Tribunal de Contas e do Ministério Público Estadual em relação às gravíssimas denúncias de corrupção na Secretaria de Fazenda que pode ter originado o desvio de 38 milhões de reais.

QUARTA:

Michel Temer está no ‘hit parade’ dos pedidos de impeachement. Ontem foi protocolado o ‘décimo-sétimo’ contra ele. Tanto Temer, quando Azambuja, já podem pedir música no Fantástico.

QUINTA:

Dá até vergonha noticiar isto, mas dia 1º de junho o etanol vai ficar  1% mais barato em nosso Estado. Neste país onde tudo sobe e a única coisa que desce é a “borracha” no lombo do povo, anunciar que o preço do etanol vai cair 1% parece mesmo gozação.

SEXTA:

O advogado Dr. Fábio Trad jogou água na fervura de certo “site” que estava fazendo “gracinha” tentando “sarrar” seu irmão porque a Nacional mandou dinheiro doado pelo JBS ao partido para a campanha, portanto doações legais. Fábio lembrou à “dona” do site que “A vice na chapa do seu irmão, é a patroa da dona da notícia”. Foi como jogar água na fervura.

SÉTIMA:

Gilmar Olarte foi condenado ontem a 8 anos e 4 meses por corrupção e lavagem de dinheiro, mas continuará solto até que o acórdão seja publicado permitindo ou não que ele recorra em liberdade.

OITAVA:

A defesa de Olarte tem mais uma carta na manga para adiar a prisão do condenado. São os chamados ‘embargos de declaração’. Isso poderá retardar o início da prisão por no máximo duas semanas. Pior é, que se Olarte realmente for preso, encontrará na mesma cela com seu rival Ronan Feitosa, que está “guardado” há sete meses, já em vias de semiaberto.

NONA:

Corre a notícia que dos “três” a serem investigados pela Assembléia Legislativa, só um está com toda a documentação comprobatória de inocência em dia. Trata-se do ex-governador André Puccinelli (PMDB) que já teria separado toda documentação. Os demais não se sabe.

DÉCIMA:

A fronteira está quieta. Subiram astronomicamente os preços de balas e armas. Essa é a mais nova gozação que está correndo no Facebook. De qualquer forma é bom salientar que as coisas por lá estão bem mais quietas que de costume.

Amanhã eu volto.

Fuuuuuuuuuuui.

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