As ‘dez’ mais

Quarta-feira, 21 de dezembro de 2016.

(Faltam: 04 dias para o Natal).

Primeira:

Alcides Bernal – O reconduzido – acabou com nossa cidade. Protestos estão por toda parte. Nas ruas ele começa a ser hostilizado. O caos que se abateu sobre Campo Grande está presente em tudo. Financeiramente ele “quebrou” a prefeitura. É o pior final de ano que esta cidade já teve na sua história.

Segunda:

Confusão nas passagens de coletivos. Autorizado R$ 3,53. O Consórcio Guaicurus quer R$ 3,56. Parece pouco, mas ‘três centavos’ significa ao final de cada mês quase duzentos mil reais. Hoje os coletivos continuam a R$ 3,25 enquanto o novo aumento não é autorizado pelo prefeito.

Terceira:

Em Aquidauana os moradores respiram aliviados depois da desastrosa administração de José Henrique Trindade que afundou a cidade, mergulhando-a no “caos”. O novo prefeito Odilon Ribeiro e sua vice Selma Suleiman abrem uma nova esperança para que a cidade volte aos seus melhores dias.

Quarta:

O secretário Luiz Fernando Buainain, escolhido para a Sedesc, começa a ser alvo de comentários quanto a sua conduta empresarial, mas o futuro prefeito Marquinhos Trad não está nem aí, afinal “amigo que é amigo, não vê defeito em amigo”.

Quinta:

A Repórteres Sem Fronteira (RSF) fez seu relatório anual sobre a atividade jornalística no mundo. Neste ano, 57 profissionais foram assassinados no mundo. Dezenove só na Síria. Apesar dos números, em 2016 morreram 10 jornalistas a menos que no ano passado. Outro dado: Mais de 100 jornalistas estão presos no mundo todo.

Sexta:

Além dos acampados na frente do Fórum da nossa Comarca, outro protesto agitou ontem a Capital: os “caçambeiros”. Fizeram um “buzinaço” na frente da Prefeitura e deixaram o trânsito caótico. Bernal passou da conta.

Sétima:

O aumento do salário dos vereadores é constitucional. Ganham 25% a menos que um deputado estadual. João Rocha está decidindo hoje qual será o salário para a nova Câmara que ele irá presidir no próximo ano.

Oitava:

O Cetremi – Centro dos Migrantes, fechou as portas e nossas ruas ganharam um ingrediente à mais: mendigos e drogados pedindo dinheiro, comida e dormindo ao relento debaixo de pontes, viadutos e nas praças.

Nona:

Por questão de segurança foram feitos ‘back-ups’ de todos os depoimentos e provas da Lava-Jato. Circularam boatos que um grupo invadiria a Polícia Federal para a destruição de provas. Os 900 depoimentos já colhidos estão com cópias espalhadas em vários lugares diferentes.

Décima:

Depois da descoberta de uma ‘ex’ e uma ‘atual nora’, lotadas no gabinete da vereadora Magali Picarelli, que eram “fantasmas” no esquema da Seleta, o susto teria feito voltar ao gabinete da vereadora outra figurinha que nunca tinha sido vista trabalhando no local. Acontece que a “tal figura” nunca foi funcionário do gabinete, e as informações desencontradas estão finalmente esclarecidas.

Amanhã eu volto.

Fuuuuuuuuuuuui

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